O que o fornecedor precisa receber para cotar
Em termos diretos, o fornecedor precisa de cinco grupos de informação:
- quanto se imprime (volume mensal, separado em P&B e colorido);
- onde se imprime (unidades, andares, setores);
- com o quê se imprime hoje (inventário do parque);
- o que os equipamentos precisam fazer (requisitos técnicos e de segurança);
- que serviço se espera (suporte, suprimentos, prazos de atendimento e o que fica dentro ou fora do escopo).
Sem esses dados, cada fornecedor preenche as lacunas com as próprias premissas, e as propostas deixam de ser comparáveis. O detalhamento de cada grupo, o formato de envio e as exceções vêm nas seções seguintes.
A quem este briefing serve e quando ele não basta
O checklist foi pensado para empresas e instituições com demanda recorrente de impressão, cópia e digitalização que vão pedir propostas a um ou mais fornecedores: escritórios, clínicas, escolas, indústrias, comércios, centros logísticos e redes com várias unidades. Ele vale tanto para quem já usa outsourcing e quer renovar ou trocar de contrato quanto para quem vai contratar pela primeira vez.
Este material não discute se vale a pena terceirizar. Essa é uma decisão anterior, tratada no comparativo de TCO em 5 anos. Aqui se parte do ponto em que a empresa já decidiu cotar.
Premissas técnicas assumidas: o parque tem impressoras e multifuncionais ligadas em rede ou por USB, e os contadores podem ser lidos no painel do equipamento, na página de configuração ou em relatórios de gerenciamento. Nenhum fabricante, sistema operacional ou software específico é pressuposto. Se o seu ambiente for diferente (por exemplo, sem nenhum histórico de contadores), veja a seção de exceções.
Órgãos públicos seguem regras próprias de licitação e termo de referência. Os casos oficiais citados mais adiante servem de referência para qualquer pedido de cotação, mas não substituem o rito legal de cada contratação.
Por que cada dado muda a proposta
A proposta de outsourcing é, na prática, um dimensionamento técnico convertido em preço. Quatro mecanismos explicam por que a falta de um dado distorce o resultado:
- Dimensionamento de equipamento. O volume mensal por ponto define a classe do equipamento: velocidade (PPM), ciclo de trabalho recomendado e capacidade de bandejas. Um equipamento subdimensionado quebra mais e para mais. Um superdimensionado encarece a mensalidade sem necessidade.
- Consumo de suprimentos. O rendimento de toner é declarado para uma cobertura de página de referência. Documentos com muita imagem, formulários com tarjas ou impressão colorida intensa consomem mais. Por isso a cobertura pesa tanto quanto o número de páginas.
- Logística de atendimento. A quantidade de unidades, a distância entre elas e o horário de funcionamento definem como o fornecedor vai entregar suprimentos, fazer manutenção preventiva e cumprir prazos de atendimento.
- Escopo de software e segurança. Bilhetagem, liberação por senha ou crachá, integração com o diretório de usuários e digitalização para pastas ou e-mail exigem licenças, configuração e suporte, e cada item entra no preço.
É por isso que a primeira tarefa de quem pede cotação é saber quantas páginas sua empresa imprime por mês, e de preferência com a distribuição por setor e por equipamento.
Checklist do briefing: o que reunir antes de pedir a cotação
A ordem abaixo segue a lógica do dimensionamento: primeiro o volume, depois o parque e os locais, em seguida os requisitos, e por fim o serviço e o escopo.
1. Volumes de impressão, cópia e digitalização
- Volume mensal P&B e colorido separados, por equipamento ou ao menos por unidade.
- Histórico de alguns meses, de preferência cobrindo os períodos de pico. Exemplos: fechamento contábil, matrícula escolar, inventário de fim de ano, safra.
- Volume de cópias e de digitalizações, já que muitos contratos tratam digitalização à parte.
- Proporção entre A4 e A3 e uso de papéis especiais (etiquetas, envelopes, gramaturas maiores).
- Uma estimativa de cobertura ou uma amostra dos documentos típicos. O método está explicado em como medir volume e cobertura de impressão.
- Expectativa de crescimento ou redução: contratações, novas unidades, digitalização de processos.
2. Inventário do parque atual
- Marca, modelo, tipo (impressora ou multifuncional), mono ou color, e se é próprio, alugado ou de contrato vigente.
- Contador atual de cada equipamento e, se houver, a data da leitura anterior.
- Equipamentos subutilizados ou que concentram chamados.
- Impressoras dedicadas a sistemas específicos, como etiquetas térmicas, receituário ou nota fiscal. Elas costumam ficar fora do escopo padrão e precisam ser declaradas.
3. Locais, usuários e centros de custo
- Endereço de cada unidade, andares e setores atendidos.
- Número de usuários por setor e horário de funcionamento (turnos, finais de semana).
- Centros de custo que precisam de rateio nos relatórios.
- Restrições de acesso físico: áreas controladas, salas limpas, ambientes hospitalares, agendamento de portaria.
4. Requisitos técnicos dos equipamentos
- Velocidade mínima (PPM) por perfil de ponto: departamental, setorial ou de alta demanda.
- Formato A3 ou A4 e onde o A3 é realmente necessário.
- Duplex automático como padrão, ou não.
- Alimentador automático de originais (ADF), digitalização frente e verso em passada única e destinos de digitalização: pasta de rede, e-mail, nuvem ou sistema de gestão documental.
- Conectividade: rede cabeada, Wi-Fi, impressão a partir de dispositivos móveis.
- Acabamentos (grampeador, furador, finalizador) só onde houver uso comprovado.
5. Segurança da informação e compliance
- Impressão segura com liberação por senha, PIN ou crachá, para evitar documentos esquecidos na bandeja, um risco da LGPD com documentos esquecidos na bandeja.
- Autenticação e controle de acesso por usuário: quem pode imprimir colorido, quem pode digitalizar para e-mail externo, cotas por setor.
- Integração com o diretório corporativo de usuários, se a empresa usar um.
- Tratamento do disco ou da memória interna dos equipamentos na troca ou na devolução (apagamento ou destruição certificada).
- Requisitos de rede: segmentação, atualização de firmware, desativação de protocolos inseguros, registros de uso (logs).
- Onde ficam os dados de bilhetagem (servidor local ou nuvem) e quem tem acesso a eles.
Esses pontos são aprofundados em segurança da informação em impressoras corporativas.
6. Serviço, suporte e operação
- Forma de abertura de chamados e quem será o ponto focal interno.
- Expectativa de prazo de atendimento e de solução, diferenciada por criticidade do ponto. O desenho fino desse acordo é assunto do SLA de outsourcing de impressão.
- Reposição de toner: automática por monitoramento ou por solicitação, e se haverá estoque mínimo no local.
- Política de suprimentos aceita. Se houver exigência sobre toner genérico, recarregado ou original, ela precisa constar no pedido.
- Equipamento reserva (backup) para pontos críticos.
- Relatórios esperados: periodicidade, abertura por centro de custo e por usuário.
- Treinamento de usuários e de pontos focais.
7. Escopo, cobrança e condições de implantação
- Lista explícita do que está incluído (equipamentos, peças, suprimentos, manutenção, software, digitalização) e do que está excluído, em geral o papel.
- Modelo de cobrança desejado ou pedido para cotar mais de um formato (franquia com excedente, custo por página, híbrido). As diferenças estão em custo por clique vs franquia mensal.
- Prazo contratual pretendido e regra de flexibilidade para incluir ou retirar equipamentos durante o contrato.
- Janela de implantação, recolhimento de equipamentos antigos e convivência com o contrato atual. Esse planejamento conversa com o tema de migrar para outsourcing de impressão sem parar a operação.
- Data-limite para envio das propostas e a forma de resposta esperada (planilha padronizada ou formulário).
Modelo de briefing: estrutura de referência
A tabela abaixo mostra uma estrutura de briefing com valores de exemplo hipotético, apenas para ilustrar o nível de detalhe esperado. Os dados reais vêm do seu levantamento.
| Campo | O que informar | Exemplo hipotético |
|---|---|---|
| Unidade | Nome, endereço, horário | Matriz, horário comercial, dias úteis |
| Setor / centro de custo | Identificação para rateio | Financeiro |
| Usuários | Quantidade que usa o ponto | Equipe de um andar |
| Volume P&B / colorido | Média mensal e pico | Média estável, pico no fechamento mensal |
| Formato | A4, A3, misto | A4, com A3 ocasional para planilhas |
| Funções | Impressão, cópia, digitalização, fax | Impressão, cópia e digitalização para pasta |
| Segurança | Liberação por crachá ou senha, cotas | Liberação por crachá; colorido restrito |
| Criticidade | Impacto da parada | Alta no fechamento |
| Equipamento atual | Modelo, contador, situação | Multifuncional mono com histórico de atolamentos |
| Observações | Restrições físicas, integrações | Acesso pela portaria com agendamento |
Uma linha por ponto de impressão é o formato que mais facilita o trabalho do fornecedor e a comparação posterior entre as propostas.
Em que formato enviar os dados
- Planilha única e padronizada, com uma linha por equipamento ou ponto e as colunas do modelo acima. Envie a mesma planilha a todos os fornecedores.
- Leituras de contador com data, de preferência duas leituras espaçadas, para calcular a média real. Fotos do painel ou da página de configuração servem quando não há software de gerenciamento.
- Relatórios de bilhetagem, se já existir alguma ferramenta. Exporte em formato aberto (CSV ou planilha) e retire dados pessoais que não sejam necessários para a cotação.
- Planta ou croqui simples com a localização dos pontos, quando houver vários andares ou galpões.
- Documento de requisitos com os blocos 4 a 7 do checklist, em texto curto.
- Agendamento de visita técnica. O briefing não dispensa a vistoria, mas faz a visita confirmar dados em vez de levantá-los do zero.
Peça que todos respondam no mesmo formato, com o preço aberto por componente (equipamento, franquia, excedente, serviços adicionais). Sem isso, a etapa de equalização vira um trabalho de tradução.
Exceções: quando o briefing padrão não se aplica
- Sem histórico confiável de volume. Em regra, pede-se o histórico de contadores. A exceção é a empresa nova, a unidade recém-aberta ou o parque sem contadores acessíveis. Nesse caso, informe usuários, processos e documentos típicos e peça ao fornecedor um período de medição ou uma franquia revisável após a implantação.
- Impressão de produção ou altíssimo volume. Gráficas internas, expedição logística e emissão em lote têm outra lógica de equipamento. O ideal é cotá-las em lote ou linha separada.
- Impressoras especializadas. Etiquetas térmicas, pulseiras hospitalares, crachás e plotters em regra ficam fora da franquia comum e precisam de especificação própria.
- Ambientes regulados ou sensíveis. Clínicas, áreas jurídicas e financeiras costumam exigir liberação segura e trilha de auditoria como requisito, não como opcional.
- Contratação pública. O pedido segue termo de referência, orientações oficiais e justificativas formais, como mostram os casos abaixo.
Fatores que mudam a proposta
| Se… | …então a proposta tende a… |
|---|---|
| o volume tem picos fortes e sazonais | precisar de franquia flexível ou regra clara de compensação de excedente |
| a cobertura é alta (imagens, formulários pesados) | considerar mais consumo de suprimento do que o rendimento nominal sugere |
| há várias unidades distantes | incluir estoque local de suprimentos e prazos de atendimento diferenciados |
| a parada de um ponto trava a operação | prever equipamento reserva ou redundância. Veja o custo do downtime de impressora |
| A3 e colorido são raros | concentrar esses recursos em poucos pontos compartilhados |
| há exigência de autenticação e cotas por usuário | incluir software de bilhetagem, integração e o suporte correspondente |
| o escopo de inclusões e exclusões está vago | trazer premissas diferentes em cada fornecedor e tornar a comparação inviável |
O que contratações públicas reais ensinam sobre o pedido
Documentos oficiais de órgãos públicos são uma boa referência para empresas privadas, porque precisam detalhar o objeto por escrito:
- Escopo incluído e excluído. Um contrato da Imprensa Nacional adotou o modelo de franquia mais excedente, com equipamentos, sistema de gerenciamento e bilhetagem, digitalização, manutenção, peças, suprimentos e consumíveis, exceto papel. A lição para o briefing é listar expressamente o que entra e o que fica de fora.
- Modelo de cobrança e responsabilidade pelos equipamentos. Um pregão eletrônico do Ministério do Meio Ambiente previu franquia mensal com excedente, impressoras em comodato, insumos e peças de reposição (exceto papel) e suporte técnico. Ou seja: cobrança, propriedade dos equipamentos e suporte precisam estar escritos no pedido.
- Divisão ou não do objeto em lotes. Em decisão do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, discutiu-se a reunião de equipamentos e serviços diversos em lote único. O ponto central foi a necessidade de justificar tecnicamente a não divisão, mostrando indivisibilidade operacional, eficiência, economicidade, gestão contratual e existência de fornecedores capazes de executar a solução completa. No setor privado, a pergunta equivalente é se impressoras especiais e de produção entram no mesmo pedido ou em linhas separadas.
- Orientações oficiais. O Portal de Compras do Governo Federal registrou a orientação da Secretaria de Gestão para que órgãos usem o Manual de Boas Práticas, orientações e vedações para contratação de outsourcing de impressão. Isso reforça que modelo, requisitos e condições de execução devem ser definidos antes de cotar.
Propostas recebidas: o que comparar lado a lado
Com um briefing padronizado, a comparação deixa de ser só “quem cobra menos por página”. Uma leitura qualitativa, sem notas nem pesos, olha para a aderência de cada proposta ao que foi pedido:
| Dimensão | O que verificar | Sinal de alerta |
|---|---|---|
| Aderência ao briefing | Equipamentos atendem PPM, formato e funções pedidos | Substituição por modelo inferior sem explicação |
| Preço aberto | Franquia, excedente e serviços separados | Valor único sem composição |
| Escopo | Inclusões e exclusões batem com o pedido | Itens “sob consulta” ou cobrados à parte |
| Atendimento | Prazos por criticidade e cobertura das unidades | Prazo genérico para todas as unidades |
| Escalabilidade | Regra para incluir ou retirar equipamentos | Mudança de parque só com novo contrato |
| Segurança | Liberação segura, controle por usuário, tratamento de discos | Recursos citados sem dizer se estão incluídos |
| Relatórios | Periodicidade e abertura por centro de custo | Relatório só “mediante solicitação” |
Qual dimensão prevalece depende da operação. Uma clínica pode priorizar segurança e atendimento, e uma rede de lojas, a logística entre unidades. Os critérios para avaliar o fornecedor em si estão em como escolher empresa de outsourcing de impressão. As dúvidas finais antes da assinatura cabem nas perguntas para fornecedor de outsourcing de impressão e na leitura das cláusulas do contrato de outsourcing de impressão.
Erros de leitura mais comuns
- Tratar o volume total como suficiente. Um total mensal sem distribuição por ponto não permite dimensionar equipamento. Na prática, esse é o erro que mais gera ajustes depois da visita técnica.
- Confundir capacidade máxima com volume recomendado. O ciclo de trabalho máximo informado pelo fabricante não é o volume ideal de uso contínuo.
- Esquecer a digitalização. Em ambientes que digitalizam processos, o volume de digitalização pode superar o de impressão, e ele precisa estar no pedido.
- Pedir “o mesmo parque de hoje”. Replicar o parque atual carrega as distorções existentes, como impressoras ociosas e excesso de equipamentos coloridos.
- Deixar a segurança como “desejável”. O que não consta como requisito tende a vir como opcional cobrado à parte, ou simplesmente não vem.
- Enviar formatos diferentes a cada fornecedor. Quando cada um recebe uma informação, cada um cota um projeto diferente.
Cenário hipotético: rede com quatro unidades
Em um cenário hipotético, uma rede de ensino com quatro unidades pede cotação informando apenas “cerca de 40 impressoras e alto volume”. Cada fornecedor faz uma suposição: um propõe equipamentos A3 coloridos em todos os pontos, outro mantém modelos de entrada, e um terceiro cota sem digitalização. As propostas não se comparam.
Na segunda rodada, a rede envia a planilha por ponto: volumes P&B e colorido, pico no período de matrícula, uso de A3 restrito à secretaria e liberação por crachá na sala dos professores. As propostas passam a divergir só no que importa (preço, atendimento e flexibilidade), e a escolha volta a ser uma decisão de gestão, e não uma adivinhação.
Análise profissional
Um briefing bom não é o mais longo, e sim o que separa fato de premissa. Volume medido, inventário e locais são fatos. Crescimento esperado e criticidade são premissas declaradas pela empresa. Quando o pedido deixa claro o que é cada coisa, o fornecedor consegue mostrar na proposta o que assumiu, e a equalização fica transparente.
Há um trade-off pouco percebido: quanto mais o briefing fixa a solução (marca, modelo, quantidade exata), menos espaço o fornecedor tem para propor uma consolidação de parque que reduza pontos e chamados. Quanto mais ele descreve a necessidade (funções, volumes, criticidade, segurança), mais as propostas trazem desenho técnico além do preço. O equilíbrio costuma estar em fixar requisitos mínimos e deixar a configuração em aberto.
Por fim, o que costuma passar despercebido é a governança depois da assinatura. Relatórios por centro de custo, regras de inclusão e retirada de equipamentos e o ponto focal interno pesam mais na experiência dos meses seguintes do que diferenças pequenas no valor por página. A validação final acontece no ambiente real: a visita técnica e as primeiras leituras de contador confirmam ou corrigem as premissas do briefing.
Conclusão
Pedir cotação de outsourcing de impressão é, antes de tudo, entregar um retrato fiel da operação: volumes por ponto, parque atual, locais, requisitos técnicos e de segurança, serviço esperado e escopo explícito. Com esse material padronizado e enviado igual a todos os fornecedores, as propostas passam a ser comparáveis, e a decisão se concentra no que diferencia de fato cada oferta.
Perguntas frequentes
Preciso informar quanto pago hoje com impressão?
Não é obrigatório para cotar, porque o fornecedor dimensiona a partir de volumes e requisitos. A informação de custo atual é útil internamente, para avaliar as propostas recebidas.
Posso pedir cotação sem visita técnica?
Pode receber uma proposta preliminar. Em regra, porém, a visita técnica confirma locais, infraestrutura de rede e condições físicas antes da proposta definitiva.
A quantos fornecedores devo enviar o briefing?
Não existe número fixo. O essencial é que todos recebam o mesmo material e o mesmo formato de resposta, para que a comparação seja justa.
Devo incluir no pedido impressoras que ficam em casa de colaboradores em home office?
Só se a empresa pretende atendê-las pelo contrato. Nesse caso, liste-as à parte, porque a logística de suprimentos e manutenção é diferente.
Quer transformar seu levantamento em uma proposta comparável?
Se você já reuniu parte destes dados, ou ainda não sabe por onde começar, a equipe da FT Print pode revisar seu briefing, apontar o que falta e organizar a visita técnica para confirmar volumes e requisitos. Entre em contato pelos canais disponíveis nesta página e envie as informações que já tiver.
Referências
- TCE-PR: acórdão sobre lote único em contratação de outsourcing de impressão
- Imprensa Nacional: contratos 2024
- Ministério do Meio Ambiente: pregão eletrônico de outsourcing de impressão
- Portal de Compras do Governo Federal: orientação sobre contratação de outsourcing de impressão
Para uma orientação especializada
Serviço especializado em: Outsourcing de Impressão em SP, Guarulhos e Outras Cidades


